{"id":49818,"date":"2021-05-19T17:54:55","date_gmt":"2021-05-19T17:54:55","guid":{"rendered":"https:\/\/ivi.net.br\/?p=49818"},"modified":"2022-04-12T15:33:55","modified_gmt":"2022-04-12T15:33:55","slug":"coronavirus-reserva-ovariana","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ivi.net.br\/blog\/coronavirus-reserva-ovariana\/","title":{"rendered":"Como saber se o coronav\u00edrus impacta na reserva ovariana da mulher?"},"content":{"rendered":"

A pandemia do novo coronav\u00edrus trouxe\u00a0problemas que continuam afetando diretamente as pessoas ao redor do mundo. A lista \u00e9 grande e trouxe d\u00favidas tamb\u00e9m para as mulheres: como saber se o coronav\u00edrus impacta na reserva ovariana?<\/p>\n

Esse \u00e9 apenas um dos questionamentos e problemas que a pandemia espalhou pelo planeta. Podemos citar ainda isolamento social, crise econ\u00f4mica, perda da liberdade, ansiedade,\u00a0depress\u00e3o,\u00a0ins\u00f4nia, adiamento na concretiza\u00e7\u00e3o de sonhos; entre outras coisas.<\/p>\n

O quesito sonhos inclui os casais que enfrentam dificuldade para engravidar, pois a fertilidade feminina n\u00e3o para no tempo, ela continua ‘envelhecendo’.<\/p>\n

Com a retomada das cl\u00ednicas e centros de medicina reprodutiva, realizou-se estudos para descobrir se a fertilidade feminina pode ser afetada no caso de mulheres que foram infectadas pelo coronav\u00edrus. No grupo IVI, um estudo feito entre os meses de maio e junho de 2020, na sede da Espanha, mostrou resultados muito animadores.<\/p>\n

Mulheres que foram acometidas pelo coronav\u00edrus participaram de estudo para saber se a reserva ovariana havia sido afetada. O estudo\u00a0mostrou resultados animadores para as mulheres\u00a0p\u00f3s recupera\u00e7\u00e3o do\u00a0covid. Essa pesquisa preliminar apontou que o coronav\u00edrus n\u00e3o afeta a fertilidade feminina. Um grande al\u00edvio para quem deseja se tornar m\u00e3e, e j\u00e1 foi infectada pelo v\u00edrus.<\/p>\n

“De maio a junho de 2020, convidamos 46 pacientes de nossas cl\u00ednicas IVI na Espanha para participar deste estudo, ap\u00f3s a supera\u00e7\u00e3o do Coronav\u00edrus. Todas elas tinham estudo pr\u00e9vio da anti-mulleriana (AMH), com no m\u00e1ximo 6 meses de anteced\u00eancia. Os resultados desta pesquisa foram muito positivos, mostrando que o fato de ter passado pela doen\u00e7a n\u00e3o afetou o estado da reserva ovariana. Por isso, podemos supor que as chances de sucesso no tratamento reprodutivo permanecem intactas”, comentou o Dr. <\/strong>Antonio Requena<\/strong><\/a>, diretor m\u00e9dico do grupo IVI.<\/p>\n

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