{"id":51005,"date":"2022-12-12T08:00:12","date_gmt":"2022-12-12T08:00:12","guid":{"rendered":"https:\/\/ivi.net.br\/?p=51005"},"modified":"2022-11-30T12:15:30","modified_gmt":"2022-11-30T12:15:30","slug":"maternidade-tardia-fertilidade","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ivi.net.br\/blog\/maternidade-tardia-fertilidade\/","title":{"rendered":"Maternidade tardia e tratamentos de fertilidade"},"content":{"rendered":"

A maternidade tardia j\u00e1 \u00e9 uma realidade no Brasil e em outros pa\u00edses do mundo. A cada dia, chegam novas not\u00edcias de mulheres que, no auge de seus 45 anos, est\u00e3o gr\u00e1vidas e realizando o sonho de aumentar a fam\u00edlia. Essa realidade vista nas postagens de internet, nos jornais ou nas hist\u00f3rias de pessoas pr\u00f3ximas, se refletem nos dados j\u00e1 faz algum tempo.<\/p>\n

De 1998 a 2017, por exemplo, o n\u00famero de mulheres que deram \u00e0 luz entre os 40 e os 44 anos, j\u00e1 havia crescido 50%. Os dados foram publicados no pr\u00e9-pandemia, pela FEBRASGO<\/a> – Federa\u00e7\u00e3o Brasileira das Associa\u00e7\u00f5es de Ginecologia e Obstetr\u00edcia – e s\u00e3o de um levantamento do n\u00facleo de intelig\u00eancia da Folha a partir dos dados do sistema de informa\u00e7\u00f5es sobre nascidos vivos do Minist\u00e9rio da Sa\u00fade.<\/p>\n

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