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ICSI

A injeção intracitoplasmática de espermatozoides (ICSI) é uma técnica de reprodução assistida, incluída no tratamento de Fecundação in Vitro (FIV), que permitiu alcançar com êxito a gravidez em casais diagnosticados com um fator masculino severo. A partir de uma amostra de esperma, ou biopsia testicular, se necessário, são extraídos e selecionados os melhores espermatozoides que serão utilizados para a fecundação dos óvulos.

icsi

INDICADO PARA:

  • Homens com baixo número de espermatozoides, problemas de mobilidade ou má morfologia dos mesmos.
  • Homens que tenham feito uma vasectomia
  • Doença infecciosa ou infertilidade de causa imunitária.
  • Dificuldade em conseguir uma ejaculação em condições normais, como ocorre na ejaculação retrógrada (problemas neurológicos, diabetes, etc.).
  • Casos de amostras criopreservadas de homens submetidos a vasectomia ou a tratamento de rádio ou quimioterapia. As amostras são muito valiosas porque têm uma quantidade limitada e a ICSI permite otimizar a sua utilização.
  • Outros fatores: fracasso repetido após vários ciclos de FIV e IA, baixo número de óvulos após a punção ou quando for necessário identificar embriões em caso de Diagnóstico Pré-implantação (DPI).

RESULTADOS

Confira os resultados clínicos do IVI neste site.

TECNOLOGIA

O IVI é pioneiro em tecnologia de reprodução assistida para oferecer os melhores resultados.

ATENDIMENTO

97% dos nossos pacientes recomendam o IVI.
O IVI oferece atendimento personalizado e acompanhamento em todas as fases do tratamento.

QUALIDADE/PREÇO

Não somos a opção mais cara. Somos a que mais alternativas de tratamento oferece para conseguir os melhores resultados.

RESULTADOS

ICSI

A injeção Intracitoplasmática permite a união direta do óvulo e do espermatozoide, facilitando a fecundação. Um espermatozoide com baixa mobilidade ou má morfologia teria maior dificuldade para consegui-lo de forma natural ou através da técnica de FIV clássica.

PROCEDIMENTO

Avaliação personalizada do paciente para determinar o tratamento de fertilidade mais adequado.

1. Estimulação ovariana

A estimulaçãoovariana na FIVconsiste na administração de injeções diárias que conseguirão que os ovários, em vez de produzirem um único óvulo (que é o que fazem espontaneamente todos os meses), produzam mais óvulos para poder chegar a obter um maior número de embriões. O tratamento realiza-se nas clínicas de reprodução do IVI e demora entre 10 e 20 dias, em função do protocolo utilizado e da velocidade de resposta de cada paciente. Durante o período serão realizadas várias ultrassonografias (entre 3 ou 4) e comprovará estradiol no sangue para certificar-se que o crescimento e a evolução dos folículos se encontram dentro da normalidade.

2. Punção e laboratório

Quando evidenciamos através de ultrassonografia que os folículos alcançaram a dimensão adequada e considerarmos que se encontra disponível um número adequado de óvulos, programamos a punção folicular por volta de 36 horas depois da administração de uma injeção de hormônio hCG, que induz a maturação ovariana de forma idêntica à do ciclo natural. A punção é realizada em sala de operações e sob anestesia, com o objetivo de que a paciente não sinta nenhum tipo de incômodo durante o procedimento, cuja duração é de aproximadamente 15 minutos.

ICSI

Uma vez que dispomos dos óvulos após a realização da punção folicular temos selecionados os espermatozoides de melhor mobilidade e morfologia, irá proceder a microinjeção dos óvulos. Durante o processo no qual se realizará a ICSI, coloca-se o espermatozoide selecionado dentro de uma pipeta minúscula e é injetado diretamente dentro do óvulo. Deste modo, facilitamos ao máximo a fecundação e os embriões obtidos se desenvolvem durante 3 a 5 dias no Laboratório, antes de serem transferidos novamente para o útero materno.

Cultivo embrionário no laboratório

Os embriões resultantes após a fecundação dos óvulos são observados no laboratório dia após dia, e são classificados de acordo com a sua morfologia e capacidade de divisão. Alguns embriões podem chegar a bloquear o seu desenvolvimento, e serão excluídos por serem considerados inviáveis.

3. A transferência

A transferência consiste na introdução dos melhores embriões no interior do útero materno, com a ajuda de uma cânula especialmente concebida para o efeito. O procedimento é realizado em ambulatório, apesar de neste caso não ser necessário administrar uma anestesia, já que é um processo rápido e indolor.

Vitrificação dos embriões restantes

Uma vez realizada a transferência embrionária, realizamos a vitrificação dos embriões restantes de boa qualidade, com o objetivo de poderem ser transferidos num ciclo posterior, sem necessidade de estimulação ovariana.

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