outubro 28, 2014

Mitos sobre a fertilidade

Atendendo a pedidos, selecionamos  alguns dos mitos sobre a fertilidade que frequentemente são difundidos de forma errônea. Quem quiser saber mais, a Dra. Silvana Chedid, publicou o livro “Infertilidade” onde estes mitos e muitos outros são esclarecidos.

Lembre-se, mulheres com menos de 35 anos que estão tentando engravidar a mais de um ano e com mais de 35 anos tentando engravidar há 6 meses devem consultar um especialista em reprodução humana.

1. Se sou uma pessoa saudável posso evitar o envelhecimento dos óvulos.

Mito: Os avanços da tecnologia ainda não permitem evitar o envelhecimento dos óvulos, uma vida saudável evitará acelerar o processo, mas não impedirá que ao redor dos 37 anos a qualidade dos óvulos comece a diminuir com maior intensidade.

2. A ovulação ocorre todo mês no mesmo dia.

Mito: Mesmo que tenham ciclos menstruais bem regulares, as mulheres não ovulam sempre no mesmo dia. Podemos determinar um período em que mais provavelmente a ovulação vai ocorrer, mas o dia exato pode variar.

3. Eu já tive filhos, portanto minha fertilidade é normal.

Mito: problemas podem aparecer posteriormente ao primeiro(s) filho(a)

4. As relações em que a mulher tem orgasmo ou na posição conhecida como papai-e-mamãe, a probabilidade de engravidar é maior.

Mito: A fertilidade não está ligada ao prazer sexual, tão pouco existe uma posição em especial que favorece a gravidez.

5. Álcool, drogas ou medicamentos não interferem na fertilidade masculina

Mito: O cigarro e o álcool podem afetar tanto o número quanto a mobilidade dos espermatozoides. O álcool pode interferir na produção da testosterona e reduzir a libido, além de ser causa de impotência. Drogas como a maconha, a morfina e a heroína são causadoras de problemas de infertilidade e de impotência, elas elevam ao aumento do hormônio prolactina, o qual interfere na produção de espermatozoides.

6. A pílula ou o DIU (dispositivo intra-uterino) podem causar infertilidade

Mito: A pílula pode encobrir problemas hormonais que passam despercebidos com seu uso, pois ela torna o ciclo regular dando a impressão que tudo vai bem, e quando a mulher suspende seu uso para engravidar e não consegue pensa que o anticoncepcional é o culpado. Com relação ao DIU, sabe-se que suas usuárias correm um risco levemente maior de desenvolver doença inflamatória pélvica, em um estágio mais grave, pode ocorrer a obstrução das trompas, que levaria então à infertilidade. Mas sem a presença da infecção pélvida, o DIU em si não causa infertilidade.

 

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