maio 13, 2021

Maternidade Tardia: Quando o desejo da maternidade chega mais tarde

Maternidade Tardia

Comitê Editorial IVI Salvador

A maternidade tardia pode ser não planejada ou pode acontecer por escolhas da mulher. Ser mãe é um desejo que existe naturalmente para a maioria das mulheres. É uma certeza que acompanha boa parte delas desde a infância. Quando os cuidados nas brincadeiras com as bonecas mostram que o senso de proteção e responsabilidade já fazem parte de seus instintos.

Mas de alguns anos para cá, mesmo essas mulheres que sempre tiveram a certeza sobre a maternidade, vêm adiando os planos. Os motivos podem ser diversos, como vamos mostrar a seguir. Há também casos em que a certeza sobre a vontade da maternidade vem de forma tardia. Mas quando chega, vem com força total.

E justamente para todas essas mulheres, é que o IVI Salvador acaba de lançar um guia sobre a Maternidade Tardia.

“Esse conteúdo é gratuito e já está disponível em nosso site para download. O guia da Maternidade Tardia monta um panorama sobre as opções das mulheres por postergarem suas gestações. Além disso, mostra de que forma os avanços na medicina reprodutiva seguem sendo cada dia mais aliados dessas mulheres e casais, para que o sonho não se perca com o tempo. Afinal, sabemos que tempo é fator decisivo para as mulheres”, conta a Dra. Genevieve Coelho, Diretora Médica do IVI Salvador.

O objetivo do guia é esclarecer. Transformar perguntas em respostas; dúvidas em certezas. Para baixar o guia, basta acessar aqui.

O que você vai encontrar no guia?

O guia digital foi criado especialmente para ajudar mulheres e casais a esclarecerem suas dúvidas sobre a maternidade tardia e as consequências dessa escolha caso não seja planejada.

De forma leve e informativa, ele mostra desde aspectos mais básicos, como a influência do estilo de vida para a concepção. Muitas mulheres – quando resolvem que chegou a hora de engravidar – não conseguem. Uma possível resposta ao problema além da idade, pode ser o modo de vida dessa mulher (ou desse casal).

Estresse, sedentarismo, alimentação desequilibrada. Todos são fatores que pesam para a fertilidade ou podem contribuir para a infertilidade. Lembrando que cerca de 15% dos casais não conseguem engravidar naturalmente.

O guia da maternidade tardia versa também sobre os principais fatores que tem feito as mulheres postergarem suas gestações. O principal capítulo do conteúdo fala sobre as chances reais de uma gravidez a partir dos 40 anos e como a mulher pode se antecipar às decisões e estar bem preparada para quando efetivamente resolver ser mãe.

Fala também sobre os avanços da medicina reprodutiva – principal aliada dessas mulheres e casais. Procedimentos como fertilização in vitro, doação de gametas, ovodoação. Todos esses passos são esclarecidos de forma bem didática para quem ainda nunca teve nenhum tipo de acesso ou contato com o assunto.

Para encerrar, o guia fala ainda sobre a importância do apoio emocional dentro do processo da maternidade tardia. E, também traz depoimentos emocionantes de mulheres que foram mães tardiamente e contam um pouco de suas trajetórias.

Reprodução assistida e a maternidade tardia

As mulheres que querem realizar o sonho da maternidade e enfrentam alguma dificuldade – seja ela por conta de algum problema que provoque infertilidade ou por não terem se programado antecipadamente e terem “passado da melhor idade” – têm como aliada a medicina reprodutiva.

Com todos os avanços, estima-se que três em cada quatro mulheres engravidam com a adequada orientação terapêutica.

Quando a mulher só pretende engravidar com a vida estabilizada, indica-se o planejamento a fim de evitar surpresas. Isso porque os anos se passam e o organismo já não é mais o mesmo. A fertilidade da mulher, infelizmente, tem prazo de validade.

Nesse caso, o ideal é realizar o congelamento de óvulos. Quando a mulher é mais jovem, os óvulos apresentam uma qualidade melhor. E uma vez congelados, eles podem ser utilizados em uma FIV a qualquer outro momento da vida, preservando suas características.

Óvulos mais jovens são óvulos mais férteis. Como não têm DNA alterado, diminui a chance de erros cromossômicos. Se o óvulo for congelado jovem, ele manterá esse DNA jovem, o que reduz possibilidades de perdas. Mulheres que fazem o congelamento de óvulos até os 35 anos têm mais chance de engravidar no futuro.

Inseminação artificial e fertilização in vitro são opções

E na hora de realizar o sonho da maternidade hoje existem diversos tipos de tratamentos em clínicas de reprodução assistida para mulheres que têm dificuldade de engravidar. Dentre eles, a inseminação artificial e a fertilização in vitro (FIV). Indicados para casos em que a mulher apresenta algum problema, seja ele natural ou por conta da idade.

Tentantes que estejam buscando engravidar naturalmente há mais de um ano e não conseguem, devem procurar um especialista. O tratamento escolhido dependerá da causa da infertilidade. E também variará de acordo com a idade da mulher. Em todos os casos, estar em dia com a saúde e manter uma vida equilibrada é fundamental. 

Os desafios da maternidade tardia

Muitas mulheres nascem com o desejo de ser mães. Mas nos últimos tempos, esse desejo tem dividido espaço com outros sonhos. Inúmeras mulheres têm priorizado estudar e construir uma carreira promissora. E além de se tornarem independentes, buscam também encontrar um(a) companheiro(a) que a acompanhe nessa missão.

Há alguns anos não era comum ver mulheres sendo mães após os 35. O mais comum era engravidar na faixa dos 20 anos, ou até antes. Hoje, se tornar mãe quando se atravessa a linha dos 40 é uma realidade cada vez mais comum. E as mulheres viram nessa nova realidade, a chance de sonhar com a maternidade, sem, necessariamente abdicar da tão sonhada carreira profissional.

Mas para a maternidade tardia são necessários alguns cuidados. Após os 35 anos, a mulher tem sua reserva ovariana comprometida. Os óvulos perdem a qualidade e tem sua quantidade diminuída.

Assim, o maior risco de ter um filho após os 35 é a dificuldade de engravidar. Além dessa dificuldade, a mulher nessa faixa etária pode ter dificuldade maior em conseguir manter a gravidez. Por isso, recomenda-se que as mulheres conversem com seus médicos e realizem o aconselhamento reprodutivo. Pensar em ter filhos no futuro ou até mesmo deixar para resolver sobre ter ou não apenas no futuro, pode depender de escolhas do presente.

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