julho 8, 2016

PGS aumenta chances de gravidez e reduz risco de aborto

IVI

Com o uso de técnicas de diagnóstico genético PGS, os tratamentos de reprodução humana estão conseguindo aumentar as chances de gravidez e reduzir os riscos de perdas gestacionais. Isso é possível por que o PGS identifica os embriões com alterações cromossômicas. Considerando que aos 38 anos da mulher mais de 70% dos óvulos gerados podem ter alterações e gerar embriões que não implantam ou um bebê com doenças genéticas graves, esta técnica tem uma grande importância para o sucesso da gravidez.

O envelhecimento da reserva ovariana é o grande inimigo da fertilidade feminina. Diferente dos homens, as mulheres não produzem óvulos ao longo da sua vida, mas sim liberam os óvulos que foram produzidos quando elas ainda eram um feto na barriga de suas mães. A solução para evitar que as alterações cromossômicas dos óvulos provoquem o fracasso do tratamento de fertilidade é realizar o estudo dos embriões antes de realizar sua transferência ao útero materno no tratamento de Fertilização in Vitro.

A técnica de análise de embriões PGS (screening genético pré-implantacional) é diferente do diagnóstico genético pré-implantacional (PGD), que identifica doenças genéticas hereditárias específicas. O PGS realiza a análise de todos os cromossomos presentes no embrião, além de identificar alterações parciais que poderiam prejudicar o desenvolvimento embrionário. O teste é indicado para mulheres com idade materna avançada (acima dos 37 anos) ou aquelas que tenham uma baixa reserva ovariana independente da idade.

As chances de gravidez aumentam com a personalização do tratamento

O diagnóstico de embriões aporta informação importante na hora de decidir entre os embriões gerados pelo casal que podem ser transferidos ao útero materno. Embriões que parecem normais podem ser portadores de mutações genéticas que são detectadas apenas com o diagnóstico genético. Dependendo da anomalia que manifeste o embrião, ele não continuará seu desenvolvimento, produzindo o que tecnicamente chamamos como falha de implantação, que é quando depois de ser transferido ao útero materno o embrião não evolui e a gravidez não acontece. Outro risco da transferência de embriões cromossomicamente anormais é o aborto ou nascimento de bebês com síndromes cromossômicas como a Síndrome de Down, por exemplo.

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