Coronavirus: COVID-19

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Perguntas frequentes sobre coronavírus

 

A IVI está tomando medidas para garantir minha segurança contra o coronavírus durante o tratamento?

Sim. Seguimos com atenção especial as informações publicadas pelas autoridades de saúde para adaptar nossos protocolos e garantir a segurança de nossos pacientes em todos os momentos. Além disso, não há evidências de transmissão do COVID-19 por meio de reprodução assistida.

 

Quais as medidas de prevenção para comparecer a clínica?

Se apresentar sintomas como febre, tosse seca, dores no corpo e/ou falta de ar, pedimos que remarque a sua consulta e busque orientação médica;

Não vá à consulta se esteve em contato com alguém diagnosticado ou suspeito de COVID-19 nos últimos 14 dias;

Evite trazer acompanhante na sua consulta, se for imprescindível, oriente para que ele também siga todas as orientações;

Não chegue com muita antecedência na clínica (lembre, quanto menos pessoas juntas, mas seguro estamos!);

Ao chegar na clínica, um profissional habilitado irá aferir a temperatura, e se esta for superior a 37 graus, vamos orientar a remarcação  da consulta;

Todos os nossos profissionais estão utilizando máscara, portanto, solicitamos que todos cheguem utilizando-as também;

Dispomos de álcool gel 70% em todos os andares, disponíveis para higienização das mãos;

Nossas poltronas estão com a distância mínima permitida;

Sinalizamos o chão da nossa recepção com fita vermelha, mantenha a distância das recepcionistas;

 

 Existe risco de contágio do meu material genético no laboratório?

Não. Até o momento, sabemos por publicações atuais é que o vírus não foi encontrado em amostras de sêmen ou em óvulos.  O virus é transmitido por vias aéreas. Além disso, nosso laboratório segue as normas de biossegurança e trabalha com equipamentos e tecnologia de ponta, que garante toda segurança aos materiais genéticos.

 

Como posso impedir a propagação do coronavírus?

  • Lavagem frequente das mãos por pelo menos 20 segundos, se não for possível, use álcool gel 70%;
  • Utilize máscara se sair de casa;
  • Cubra a tosse e espirre com o cotovelo dobrado ou com um lenço de papel;
  • Evite o contato das mãos com os olhos, nariz e boca;
  • Utilize máscara se for sair de casa;
  • Quando algum sintoma aparecer, evite contato próximo com outras pessoas e notifique as autoridades de saúde.

 

Eu testei positivo para coronavírus e estou grávida. Posso infectar meu bebê?

Os artigos publicados e os casos estudados até o momento, mostram que não há transmissão vertical de COVID-19 de gestantes para fetos, pois a transmissão do virus é por vías respiratórias.

 

Vacina COVID-19 e gravidez

 

Como está a vacinação no Brasil?

A vacina contra COVID-19 já é uma realidade em nosso país. Desde 19 de janeiro de 2021, a vacina CoronaVac é fornecida no Brasil para grupo 1: profissionais de linha de frente de combate ao COVID e idosos acima dos 75 anos.

 

Qual é a incidência da vacina contra o coronavírus em mulheres grávidas?

Essa vacina é um medicamento novo, que ainda não foi testado em gestantes durante as fases do estudo para aprovação. O motivo de seu uso não ser recomendado em gestantes é única e exclusivamente porque ainda não há experiência com esse grupo populacional. Por outro lado, deve-se acrescentar que até o momento não há dados publicados sobre o efeito prejudicial do vírus em pacientes infectadas com COVID-19 durante o primeiro trimestre da gravidez.

As vacinas não são de vírus vivos e têm tecnologia conhecida e usada em outras vacinas que já fazem parte do calendário das gestantes como as vacinas do tétano, coqueluche e influenza.

 

Posso ser vacinado contra COVID-19 se estiver grávida?

O Ministério da Saúde recomenda o adiamento da vacinação da gestante até o final da gestação, por não haver evidências suficientes, embora também afirme que não há indícios de problemas de segurança relacionados à administração das doses em gestantes.

Portanto, caso uma mulher queira se vacinar contra o COVID-19 antes ou durante a gravidez, recomendamos que não sejam administradas vacinas que contenham vírus atenuados e que cada caso seja sempre discutido com o obstetra.

Por fim, enquanto aguardamos informações claras sobre segurança e eficácia das vacinas em gestantes e tentantes, talvez o mais prudente seja mesmo adiar a vacinação nesse grupo. Reforçamos a exceção para as pessoas mais vulneráveis, seja por motivo profissional ou de doença. Portanto, a decisão sobre a administração da vacina contra COVID-19 em gestantes deve ser feita de forma conscienciosa, equilibrando riscos e benefícios, junto com o médico assistente.

 

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