Manter-se atualizado é parte essencial do cuidado em medicina reprodutiva. A cada avanço científico, novas possibilidades se abrem para quem sonha em ser pai ou mãe.
É com esse compromisso que o IVI Salvador, unidade da rede IVIRMA Global no Brasil, participa do 30º Congresso Brasileiro de Reprodução Assistida (CBRA 2026).
O evento acontece entre os dias 9 e 12 de setembro. A sede é o Recife Expo Center, na capital pernambucana. É considerado o maior congresso de medicina reprodutiva da América Latina. Reúne, todos os anos, especialistas do Brasil e do mundo.
Nesta edição, o tema central é “Cuidado Integral da Saúde Reprodutiva, no Hoje”. A escolha não foi por acaso. O CBRA 2026 também celebra os 30 anos da Associação Brasileira de Reprodução Assistida (SBRA), entidade responsável por organizar o congresso.
Para quem está em tratamento, ou pensando em começar um, participações como essa fazem diferença direta na prática clínica. É nesses encontros que médicos, enfermeiros e biólogos trazem para o dia a dia da clínica as técnicas mais recentes da reprodução assistida.
É ali que as descobertas do mundo chegam mais perto da realidade de cada paciente.
Um simpósio para otimizar resultados em FIV
Um dos pontos altos da presença baiana no congresso será o simpósio “IVI: otimização dos resultados clínicos em FIV”. O encontro será presidido pela ginecologista Genevieve Coelho, diretora médica do IVI Salvador.
O simpósio reunirá dois nomes internacionais da reprodução assistida. O primeiro é Attila Vereczkey, fundador e diretor médico do Versys Clinics Human Reproduction Institute, na Hungria. Ele discorre sobre os casos em que a cirurgia uterina é imprescindível.
O segundo nome é Jose Remohí, médico e fundador do grupo IVI. Ele abordao embrião, o útero e a falha de implantação. São temas que estão diretamente ligados às chances de sucesso de um tratamento de fertilização in vitro.
A programação termina com um debate. Participam os médicos Agnaldo Viana e Isa Rocha, do IVI Brasil, e Fabio Cruz, do IVI Espanha. A troca entre profissionais de diferentes países é, segundo Genevieve Coelho, um dos grandes valores desse tipo de encontro.
“Discussões como essa nos ajudam a comparar protocolos, entender o que está funcionando em outros países e trazer isso para o cuidado que oferecemos aqui na Bahia”, afirmou a diretora médica do IVI Salvador.
Tecnologia e inovação também entraram em pauta
Além de presidir o simpósio, Genevieve Coelho integra outro painel importante do congresso. O tema é “Tecnologia e inovações: a visão pelo prisma de cada um”. O debate acontece no último dia do evento, 12 de setembro.
O espaço é dedicado a discutir como novas tecnologias vêm transformando a rotina dos laboratórios. Também será debatido o impacto dessas tecnologias no cuidado direto com os pacientes.
Para Genevieve Coelho, esse é um tema que não pode ficar restrito aos bastidores da clínica. “A tecnologia só faz sentido quando ela chega até o paciente, seja tornando um tratamento mais preciso, seja tornando a jornada mais segura”, disse.
Enfermagem e laboratório: outros pilares do cuidado
A presença do IVI Salvador no CBRA 2026 não se limita aos médicos. O cuidado em reprodução assistida é resultado de um trabalho em equipe. Enfermagem e laboratório têm papel decisivo nesse processo.
A enfermeira Ana Paula Souza Santos, coordenadora de enfermagem da clínica, integra o painel sobre genética e o protagonismo da enfermagem na reprodução assistida. Ela discute o papel da equipe de enfermagem na triagem genética. Também trata da identificação de fatores de risco logo no início do acompanhamento.
Essa etapa é simples, mas fundamental. É o primeiro contato entre a equipe e o histórico de cada paciente. É ali que muitos cuidados personalizados começam a ser desenhados.
Já a bióloga Daniele Freitas, diretora do laboratório de fertilização in vitro da unidade, participa do debate sobre o uso de inteligência artificial na criopreservação de óvulos. Essa é uma tecnologia que vem ganhando espaço na rotina dos laboratórios de reprodução assistida em todo o mundo.
A criopreservação de óvulos é uma etapa delicada de qualquer tratamento. Pequenos avanços fazem diferença real nos resultados. É por isso que discussões como essa importam tanto para quem está em tratamento no IVI Salvador.
O que a participação representa para o IVI Salvador
Para Genevieve Coelho, presidir um simpósio em um congresso do porte do CBRA tem um significado especial. “Levar o IVI Salvador para presidir um simpósio em um congresso do porte do CBRA é a confirmação de um trabalho construído ao longo dos anos”, afirmou.
A diretora médica também destaca o papel da Bahia nesse cenário. “Representamos a Bahia ao lado de referências internacionais da reprodução assistida, e isso reflete a posição que o IVI Salvador ocupa hoje dentro da rede IVIRMA Global e no cenário nacional da nossa especialidade”, completou.
Para ela, participar de congressos como o CBRA não é apenas uma vitrine profissional. É também uma forma de cuidado com quem confia no IVI Salvador. “Cada vez que vamos a um congresso como esse, voltamos com mais ferramentas para cuidar bem de quem está do nosso lado nessa jornada”, disse Genevieve Coelho.
O IVI Salvador segue com o compromisso de estar presente nos principais debates da reprodução assistida. É assim que a clínica se mantém atualizada. E é assim que cada paciente segue sendo cuidado com o que há de mais recente na medicina reprodutiva.
O que fica desse tipo de participação
Congressos como o CBRA reúnem ciência, prática clínica e trocas entre profissionais. Cada apresentação carrega anos de estudo e de experiência real com pacientes. Nada ali é teórico demais para chegar ao consultório.
É por isso que o IVI Salvador investe em estar presente. Não é só uma questão de visibilidade. É uma forma de garantir que o tratamento oferecido na Bahia esteja alinhado com o que existe de mais avançado no mundo.
Quem acompanha o trabalho do IVI Salvador sabe: atualização constante faz parte da rotina da clínica. Congressos, simpósios e trocas internacionais são parte desse compromisso. E cada novo aprendizado é, no fim, revertido em cuidado para quem mais importa: a/o paciente.
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